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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

crianças desaparecidas e a inércia do senado

Enquanto as famílias são torturadas pela ausência de seus filhos nossos senadores estão mais preocupados em quem paga a conta da inserção em horário nobre da foto de desaparecidos.

E se algum deles tivesse seu filho nessa situação, pensaria duas vezes?

O tempo é o maior inimigo nesses casos, é preciso uma ação urgente no momento em que é detectada a ausência, pois quanto mais demorar pior fica para se encontrar os desaparecidos.

Precisamos de uma coordenação geral para esses casos que integrem todos os órgãos constituídos, sem fronteiras, pois os bandidos não esbarram na lei, para obtêr-mos êxito.

Somos pagadores dos salários deles e pessoas de bem e merecemos ser tratados como tal.

Excedamos em esforços para ajudar essas famílias pois essa situação é desesperadora.

Ninguém queira estar no lugar de uma família que se vê impotente diante do desaparecimento do seu filho, a dor por si só basta, não precisamos aumentar ela com descaso, burocracia e falta de interesse.

Leia a matéria abaixo:

Crianças desaparecidas
[Foto:Marcia
Já o adiamento da votação do projeto que cria o Sistema Nacional de Cadastro de Crianças e Adolescentes Desaparecidos foi motivado por pedido de vista do senador Antonio Carlos Júnior (DEM-BA). Ele questiona medida contida no projeto, a qual obriga emissoras públicas e privadas de rádio e televisão exibir - em inserções diárias e em horário nobre ­- fotos e informações de menores desaparecidos.
O texto (PLS 211/04), de autoria da ex-senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), foi relatado pelo senador Papaléo Paes (PSDB-AP), que apresentou substitutivo. Na discussão da matéria, Papaléo esclareceu que a proposição assegura às concessionárias de rádio e televisão compensação fiscal pela veiculação das informações.
Para Antonio Carlos Júnior, faltam na proposta definições quanto ao funcionamento operacional dessas inserções.
- A operação das emissoras privadas em horário nobre é complexa. Deveria haver alguma menção sobre essa regulamentação no projeto - avaliou.
Após deliberação da CCT, o texto tramitará nas comissões na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), nesta última em decisão terminativa.

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